quarta-feira, 24 de setembro de 2008

"Pontos de Inspiração"


Este é o titulo do novo projeto que será realizado no I.E.E.R., pelos alunos do 1º ano; o objetivo é trabalhar com os artistas da cidade de Entre Rios, levando uma releitura da arte e suas perspectivas na educação. Na ocasião os alunos apresentarão algumas obras (escultura, pintura, música e literatura) produzidas por eles em conjunto com a de artistas locais, além de palestras.
A apresentação será realizada de 16/10 a partir das 10:00 no I.E.E.R., esperamos a sua presença.

Novos Talentos.


Pricila Bispo - Aluna 1º ano I.E.E.R 2008

O mito do homem que mudou de planeta


Essa história se passou no ano de 1553. Apesar dos historiadores, cientistas, entre outros, dizerem que não houve vida em nenhum outro planeta. Porém essa história contradiz qualquer uma dessas idéias.
No planeta Marte, cada pessoa tinha três olhos, eram carecas, andavam de quatro e eram muito inteligentes.
A líder do planeta teve um novo ser que entre os outros moradores era muito estranho e chamava-se Cdf, que lá significava sabedoria. Tinha cabelos lisos, andava eretos, dois olhos e muito inteligente também. A população achava-o muito estranho e tratava-o muito mal; ele era muito reprimido, tanto que sua própria mãe o rejeitou. Mas, Cdf não se abalou e apesar de todo o preconceito que sofria, fez seu próprio negócio, que tinha muito a ver com o que gostava de fazer: trabalhava e estudava sobre o espaço, outros planetas e formas de chegar lá. Como era muito inteligente e identificava-se muito com pesquisas e aparelhos tecnologicamente avançadíssimos para a época, pôde ver que havia um grande meteoro aproximando-se do planeta. Ele avisou a todos, não foi levado a sério por ninguém, nem pela própria mãe, diziam que ele era louco e anormal.
Certo dia, Cdf construiu uma nave; iguinorando todos os demais e pouco antes do meteoro atingir Marte; foi para o espaço, sem rumo certo e com seus aparelhos detectou: Marte se acabara após três dias de sua saída, por que o meteoro realmente atingiu e não havia sinal de vida.
Sozinho em sua nave depois de um ano, avistou um planeta, azul, lindo de longe, então, como não tinha opção acabou pousando nele mesmo, o que ele não sabia é que estava na Terra.
Baixou sobre uma cidade no Brasil em 1554, por sorte conseguiu comunicar-se com os outros seres lá existentes, pois por incrível que pareça em Marte se falava a mesma língua que no Brasil.
Cdf foi confundido com os colonizadores portugueses, pois era de pele clara, cabelos lisos e eram os seres opressores; ele era adorado e venerado, mas via que haviam povos de pele escura e mestiços que eram discriminados assim como ele em Marte.
Cdf se apresentava aonde chegava, ajudava escondido as pessoas discriminadas, afinal ele já havia passado por isso e exibia seus conhecimentos fantásticos a todos. A população ficava impressionada com tanta sabedoria e diziam que era perfeito em todos os sentidos.
Cdf morreu após 34 anos ajudando escravos a fugirem.
Como “homenagem”, até hoje no Brasil o termo CDF é designado a pessoas muito inteligentes. E foi deixada uma lição: que a visão de alguns sobre determinada coisa ou pessoa não é a visão de todos e muito menos a correta..., afinal não sabemos ao menos o que é certo ou errado; vivemos rodeados de dúvidas.
Mas, enfim, quem era Cdf?
Em Marte existiu vida?

quinta-feira, 24 de julho de 2008

“Dia do Documentário”


O I.E.E.R. oficializou o dia 24/07 como “Dia do Documentário”, indicação do professor Ivan Silva e aceito com entusiasmo pela Direção.

Documentário é um gênero cinematográfico que se caracteriza pelo compromisso com a exploração da realidade. Mas dessa afirmação não se deve deduzir que ele represente a realidade «tal como ela é». O documentário é uma representação parcial e subjetiva da realidade. Porém é uma forma fascinante de incluir o jovem num mundo da tecnologia.

A turma do terceiro ano foi “super” como a camisa que usam na execução desta tarefa.

Obrigado Professor Ivan e os Super-Alunos e Alunas-Maravilha.

Mais uma Vitoria


Entre Rios tem uma Enfermeira de com padrão de qualidade Ufba/I.E.E.R e que nos honra muito.

obrigado Danusa

sexta-feira, 11 de julho de 2008

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Alegria

A Autoridade da Escola e do Professor

Ultimamente, surgiram notícias preocupantes sobre agressões violentas a docentes, por parte de alunos ou dos seus pais, questionando-se, com freqüência, a autoridade das escolas e dos professores na sociedade atual. De imediato, veio a lume a necessária revisão do Estatuto do Aluno bem como da moldura penal para os agressores.

Este problema não deve, porém, ser analisado somente no contexto escolar. Verifica-se, hoje, que o respeito devido a determinadas profissões, cargos ou instituições, habitualmente prestigiados, alterou-se ou diminuiu consideravelmente. A democratização da sociedade, em particular, a liberdade de expressão e a rápida mobilidade social, os movimentos migratórios e o declínio generalizado de valores, que constituíram indispensável referência para várias gerações, originaram comportamentos diferentes que, por vezes, ateados por indesculpável má-criação e falta de civismo, acabam por ofender a dignidade de muitos profissionais, desmotivando-os e, mais gravemente, provocando-lhes dolorosos ou irremediáveis danos psicológicos.

Todavia, no que diz respeito à Escola, há que distinguir a indisciplina e a incivilidade da violência, a fim de se delinearem estratégias mais eficazes para o seu combate, tanto no espaço do estabelecimento de ensino como nos seus arredores.

Há quem, em meu entender de forma errada, pense que tudo se resolveria com o restabelecimento da autoridade de tempos passados, sem, infelizmente, ter clara consciência dos seus custos.

Ao contrário dessa via saudosista, mostra-se fundamental investir na educação para a democracia, promovendo a educação e a cultura em prol da cidadania, não como mero produto de consumo imediato, descartável, mas como atividade pedagógica de enriquecimento pessoal e social. Importa também criar condições para o eficaz desempenho da atividade docente, tanto ao nível das instalações e equipamentos como na formação profissional. Simultaneamente, há que desenvolver todo um trabalho de maior aproximação entre a Escola e a comunidade, numa política de responsável envolvimento dos pais e encarregados de educação no sucesso educativo, cada parte cumprindo as suas obrigações e usufruindo dos seus direitos, sem atropelamentos, nem usurpações ou desvios.

Refletindo sobre este assunto, Philippe Meirieu, reputado especialista francês em questões educativas, afirmou: «Aquilo que está verdadeiramente em jogo não é restaurar a autoridade, mas torná-la legítima aos olhos daqueles que estão sujeitos a ela, não só a fim de que a aceitem, mas também de que a respeitem.» (2006: 28).

Como é óbvia, a legitimação da autoridade do professor não se faz por mero ato administrativo ou legislativo. Nem por práticas coercivas, ainda que sob roupagens mais modernas e leves de qualquer código disciplinar ou regulamento do estabelecimento educativo.

Igualmente, há que não temer a palavra autoridade, na escola, porque ela encerra um poder legítimo, moral. Por certo, sempre contestado, e cada vez mais. Afinal, todo o ato educativo inclui uma componente conflitou, cabendo ao educador ou ao professor geri-la com perspicácia e, sobretudo, sem arbitrariedades. A Escola não pode ser posta em causa por comportamentos pontuais de indisciplina ou de violência.

Provavelmente, seria mais fácil instituir a autoridade de submissão, ainda que sem real garantia de êxito. Contudo, com Meirieu, sustento a preferência pela autoridade de adesão, reconhecendo que tal implica profundas transformações na política educativa e na convivência social ou profissional, bem como requer a introdução de novos métodos de trabalho na Escola, que não subestimem o esforço nem a disciplina, mas viabilizem o sucesso de um projeto coletivo, que se venha a afirmar pela qualidade e não somente pelo número de alunos que envolvem.

Em matéria de autoridade do professor, aplica-se também, por analogia e com as devidas ressalvas, aquela clássica definição de poder: “a faculdade de mandar e a capacidade de se fazer obedecer”. As duas componentes são indispensáveis, porque uma não existe sem a outra. E a segunda é, sem dúvida, mais difícil, por isso exige formação elevada, grande dedicação, respeito pela diferença e maior talento.